Decisão

DecisãoEla era simpática, agradável e tão prestativa, tudo indicava que tinha tudo para fazer parte do meu circulo de amizades, seu carisma contagiava qualquer um.

Mas com o tempo vieram as surpresas, ela foi revelando quem era realmente e as decepções foram aparecendo.  

De repente aquela pessoa que parecia tão bacana começou a mostrar atitudes estranhas, eu já não sabia o que esperar dela, era uma caixinha de surpresas, cada hora aparecia algo novo e inesperado.  

É amigas, não é fácil conviver com alguém assim, quando menos você espera mais uma bomba, a pessoa reage de maneira que você jamais imaginou.  

Por fim você se dá conta que não da mais para manter uma amizade assim, se continuar vai-lhe fazer mal, então você tem que se afastar, com toda a dor você o faz,  não há outra alternativa, é isso ou continuar num constante estado surpresivo.  

Há decisões que machucam, mas são necessárias, e quanto mais tempo você demorar para tomás-las  mais você vai sofrer.

by Tânia Rubim

 

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Falta de comunicação

“Um homem estava tentando tirar seu sofá  quando este ficou emperrado na porta de entrada da sua casa.

Decidiu chamar o vizinho para lhe ajudar.

Empurra daqui, puxa dali, e nada do sofá desemperrar.

Depois de muito tempo tentando, já exaustos, o vizinho exclamou:

“Não tem jeito. Acho que nunca vamos colocar isso para dentro!”

E o dono do sofá disse, olhando perplexo para o vizinho: “Eu estava tentando tirar e você estava tentando guardar?”  

Esta história ilustra bem um dos grandes problemas da humanidade:

 Falha na comunicação

  Por causa disso, países entram em guerra, empresas vão à falência, povos odeiam outros povos, filhos não entendem os pais, homens e mulheres acabam se divorciando. 

O que fazer? 

  • Ouça mais do que fala  
  • •Procure entender antes de se fazer entendido  
  • •Preste mais atenção no que as pessoas falam e procure entender o que realmente querem dizer   (às vezes são duas coisas bem diferentes, especialmente se quem fala é uma mulher   e quem ouve é um homem) 
  • Pergunte para verificar se entendeu  
  • Não tire conclusões precipitadas 
  • Tenha paciência na sua forma de falar também—o que é tão claro para você pode ser muito obscuro para seu ouvinte  
  • Não julgue a outra pessoa
  • Não presuma que sua mensagem foi clara—confirme.
  • Não sature seu ouvinte com informações desnecessárias—fale apenas o que ele precisa saber  

Fé e confiança

“Fé e confiança estão sempre juntas”.
“Confiar é se entregar pela fé”.

Um homem esticou um cabo de aço sobre as cataratas de Niágara,
que ficam na divisa do Canadá e os Estados Unidos. Em seguida,
atravessou andando sobre o mesmo. Foi e voltou. A multidão extasiada, aplaudiu.
Ele aproximou-se de uma senhora no meio do povo e perguntou:
– A senhora acredita que eu possa atravessar novamente?
– É claro! Respondeu a mulher entusiasmada.
– Eu conseguiria atravessar levando um carrinho de mão?
– Tenho certeza que sim! (obviamente que a mulher acreditava).
– A senhora acredita que eu possa levar uma pessoa dentro desse carrinho?
– É claro que eu acredito! Insistiu a mulher.
– Então, (disse o homem) a senhora poderia, por favor, entrar no carrinho?
– De jeito nenhum. O senhor está louco?…”
Lembre-se:
Não basta acreditar, tem que confiar!

Sorte ou competência

É interessante a pessoa falar que sorte é quando
competência e oportunidade se encontram.
É preciso saber perceber a oportunidade,
e esse poder de percepção pode ser aprendido…
é nescessario saber enxergar numa situação aquele diferencial que
escapa aos olhos de quem é preconceituoso e convive com
paradigmas superados.

Certa vez, um homem ia com um companheiro pela estrada.
enquanto conversavam, a cada instante o homem se abaixava,
descobrindo sob a poeira ora um anel ora um colar de ouro ou de
pedras preciosas. o amigo, atônito, perguntou ao homem:
– mas que estranho dom miraculoso é esse que faz você ver coisas
que eu não sou capaz de enxergar?
– ora, não há nada de miraculoso – respondeu o homem. – quando
estive preso numa cela totalmente escura, para não enlouquecer
usei uma técnica: jogava cinco alfinetes a esmo no chão e não
descansava enquanto não os encontrava. com isso desenvolvi minha
capacidade de percepção.
Essa história nos ensina que muitas vezes o que chamamos de
sorte, boa estrela e intuição são apenas fruto do desenvolvimento
de uma percepção acurada e de muita disposição e persistência para
realizar.

O abacaxi


João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa. Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:
– Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Juca, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.
O patrão escutou atentamente e disse:
– João, foi muito bom você vir aqui.
– Antes de tocarmos nesse assunto, tenho um problema para resolver e gostaria da sua ajuda. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço.
Aqui na esquina tem uma quitanda,vá até lá e verifique se eles tem abacaxi.
João, meio sem jeito, saiu da sala e foi cumprir a missão. Em cinco minutos estava de volta.
– E aí, João?
Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
– E quanto custa?
– Isso eu não perguntei, não.
Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
– Também não perguntei isso, não.
Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
– Não sei, não…
O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera a João:
– Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor. Em oito minutos o Juca voltou.
Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal; e se o senhor preferir, tem também laranja, banana e mamão.
Abacaxi é vendido a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; melão R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascado.
Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles darão um desconto de 15%. Aí aproveitei e já deixei reservado.
Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo
– explicou Juca.
Agradecendo as informações, o patrão dispensou-o. Voltou-se para o João, que permanecia sentado ao lado, e perguntou-lhe:
– João, o que foi mesmo que você estava me dizendo?

O outro e eu


Quando o outro não faz..É preguiçoso.
Quando você não faz…Está muito ocupado.
Quando o outro fala…É intrigante.
Quando você fala…É crítica construtiva.
Quando o outro se decide a favor de um ponto…é "cabeça dura".
Quando você o faz…Está sendo firme.
Quando o outro não cumprimenta,é falso.
Quando você passa sem cumprimentar…É apenas distração.
Quando o outro fala sobre si mesmo,é egoísta.
Quando você fala…É porque precisa desabafar.
Quando o outro se esforça para ser agradável,tem uma segunda intenção.
Quando você age assim…É gentil.
Quando o outro encara os dois lados do problema,está sendo fraco.
Quando você o faz…Está sendo compreensivo.
Quando o outro faz alguma coisa sem ordem,está se excedendo.
Quando você faz…É iniciativa.
Quando o outro progride,teve oportunidade.
Quando você progride…É fruto de muito trabalho.
Quando o outro luta por seus direitos,é teimoso.
Quando você o faz…É prova de caráter.
Quando você passa essa mensagem,é porque gosta dos amigos.
Quando o outro manda…É um desocupado.
♥♥♥
Quando pensar em julgar o outro… olhe primeiro para dentro de você….
Em muitos julgamento mesquinhos, julgamos a nós mesmos na figura do outro.

 

Flor da honestidade

Um príncipe da região norte do país estava às vésperas de ser coroado imperador mas,
de acordo com a lei, ele deveria se casar.
Então ele resolveu fazer uma “disputa” entre as moças da corte que se achasse digna de ser sua esposa.
No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial,
todas as pretendentes e lançaria um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos,
sentiu uma leve tristeza,
pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.
Ao chegar em casa contou à jovem e desesperou-se ao ver que ela pretendia ir à celebração,
indagando preocupada:
– Minha filha, o que você fará lá ? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte.
Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne esse sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu:
_ Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca.
Eu sei que jamais poderei ser a escolhida,
mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, e isto já me torna feliz.
Na hora marcada, a jovem chegou ao palácio.
Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas,
com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções.
Em determinado momento, o príncipe anunciou o desafio:
_ Darei a cada uma de vocês, uma semente.
Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor,
será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.
A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo,
que valorizava muito a especialidade de “cultivar” algo.
O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem,
cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor,
ela não precisava se preocupar com o resultado.
Mas passaram-se três meses e nada surgiu.
A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido,
dia após dia.
Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado.
Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que,
independente das circunstâncias
retornaria ao palácio, no prazo combinado, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na data e hora marcada, lá se apresentou, com seu vaso vazio,
bem como todas as outras pretendentes,
cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas cores e formas.
A jovem ficou admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.
Finalmente, chegou o momento esperado e
o príncipe passou a observar a flor trazida por cada uma das pretendentes,
com muito cuidado e atenção.
Após analisar todas elas, ele anunciou um resultado surpreendente,
indicando a bela mas humilde jovem, do vaso vazio, como sua futura esposa.
O público presente, perplexo, quis saber o motivo, afinal,
o desafio previa que se casaria com a moça que lhe trouxesse a mais bela flor e ele escolhera,
justamente, a que não cultivara flor alguma.
Então, calmamente, o príncipe esclareceu:
– Esta jovem foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz:
A Flor da Honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.
A Honestidade é como uma flor,
tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor.
Independente de tudo e de todas as situações que nos rodeiam,
que possamos espalhar essa luz àqueles que nos cercam..
Se para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, PERCA!!!
Você será sempre um vencedor !!!

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