Desenvolva o ser criativo…

Ser criativa
1. Saiba que há um tesouro em sua cabeça – uma mina de ouro entre suas orelhas.
Construir um computador com as mesmas características do seu cérebro custaria mais do que 3 bilhões de dólares. Sabe como se escreve isso? Assim: um três e dezoito zeros: US$3.000.000.000.000.000.000, 00
2. Todos os dias escreva pelo menos uma ideia – sobres estes assuntos: como eu posso fazer meu trabalho melhor; como eu poderia ajudar outras pessoas; como eu posso ajudar minha empresa; como eu posso ajudar o meu país.
3. Escreva seus objetivos específicos de vida – agora carregue esta relação no bolso – sempre.
4. Faça anotações – não saia sem papel e lápis ou algo para escrever. Anote tudo, não confie na memória.
5. Armazene ideias – coloque em cada pasta um assunto. Ideias para a casa, para aumentara sua eficiência no trabalho, para ganhar mais dinheiro. E vá aumentando este banco de dados com leitura, viagens, conhecimento com novas pessoas, filmes, competições esportivas, etc.
6. Observe e absorva – observe tudo cuidadosamente. Aproveite o que você observa. E principalmente observe tudo como se fosse a última vez que fosse ver.
7. Desenvolva uma forte curiosidade – sobre pessoas, coisas, lugares. Ao falar com outra pessoa faça com que ela se sinta importante.
8. Aprenda a escutar e ouvir – tanto com os olhos quanto com os ouvidos. Perceba o que não foi dito.
9. Descubra novas fontes de ideias – utilize-se de novas amizades, de novos livros, de assuntos diversos e até de artigos como este que você está lendo.
10. Compreenda primeiro – depois julgue.
11. Mantenha o sinal verde – de sua mente sempre ligado, sempre aberto.
12. Procure ter uma atitude positiva e otimista – isso ajuda você a realizar seus objetivos. 13. Pense todos os dias – escolha uma hora e um lugar para pensar alguns minutos, todos os dias.
14. Descubra o problema – ataque seus problemas com maneiras ordenadas. Uma delas é descobrir qual é realmente o problema, senão você não vai achar a solução. Faça seu subconsciente trabalhar. Ele pode e precisa. Dia e noite. Fale com alguém sobre a ideia, não a deixe morrer.
15. Construa GRANDES ideias – a partir de pequenas ideias. Associe ideias. Combine. Adapte. Modifique. Aumente. Diminua. Substitua. Reorganize-as. E, finalmente, inverta as ideias que você tem.
16. Evite coisas que enfraqueçam o cérebro – barulho, fadiga, negativismo, dietas desequilibradas, excessos em geral.
17. Crie grandes metas. Grandes objetivos.
18. Aprenda a fazer perguntas – que desenvolvam o seu cérebro: Quem, Quando, Onde, O quê, Por quê, Qual, Como.
19.Coloque as idéias em ação – lembre-se de que uma idéia razoável colocada em ação é muito melhor que uma grande idéia arquivada.
20. Use o seu tempo ocioso com sabedoria – lembre-se de que a maior parte das grandes idéias, os grandes livros, as grandes composições musicais, as grandes invenções foram criadas no tempo ocioso dos seus criadores.

O segredo de ser grande

segredo do sucesso

Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.

 Figuras sem um Vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.

Figuras como o Raul. Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe,

o Pena, que era um gênio.

 Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena,

 porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho – com tinta nanquim.

Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena.

Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase. Deu no que deu.

O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma.

E o resto de nós passou meio na carona do Pena que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.

 No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de ‘paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino’.

 E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.

Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.

E quem era o chefe do Pena?

O Raul. E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição?

Ninguém na empresa sabia explicar direito.

O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação.

Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava. Alguém tinha um problema?

Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito. Meu último contato com o Raul foi há um ano.

 Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.

Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite.

Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele.

Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.

 O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer. Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul.

E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:… ele entendia de gente.

Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.

E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:

Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo’. Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas.

Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.

Essa era a principal competência dele.

Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos.

 Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele Que faz com que todos se sintam Grandes.

Por Max Gehringer

Mudanças de estratégia

Certa vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas. Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que ao ser tocada enfeitiçava os animais,fazendo-os dançar.

Desse modo, o caçador teria facilitado a sua ação. Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana, convidando dois outros amigos caçadores para a África.

 Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre.

De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e, curiosamente, o tigre, que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar.

 Foi fuzilado a queima roupa. Horas depois, um sobressalto.

 A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se, de agressivo, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram e o mataram com vários tiros.

E foi assim flauta sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando.

 Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente, um leão faminto. A flauta soou, mas o leão não dançou.

Ao contrário, atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo.

O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava.

E enquanto tocava, o caçador foi devorado.

Dois macacos, em cima de uma arvore próxima, a tudo assistiam.

 Um deles observou com sabedoria: Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem o surdinho…

Moral da História: .

  • Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo; um dia podem não dar; .
  •  Tenha sempre um plano de contingência;
  •  . Prepare alternativa para as situações imprevistas;
  •  . Preveja tudo que pode dar errado e prepare-se;
  •  . Esteja atento as mudanças e não espere as dificuldades para agir.

A oportunidade

Certa vez, um anjo vestiu-se de rei e resolveu visitar as pessoas na periferia da cidade. Num certo local da cidade, encontrou um mendigo que estava  andando com um prato de arroz na mão e,  quando este parou ao seu lado, o rei disse:

 – Dê-me um pouco do seu arroz.

 O mendigo, então, olhou para o rei e pensou: – Ele pode ter tudo o quiser… – e foi bem mesquinho. Pegou num único grão de arroz e deu ao rei.

 O rei, então, fechou o grão dentro da mão do mendigo, tocou o seu cavalo  e foi-se embora. Quando o mendigo abriu a mão, levou um susto.  O grão de arroz tinha-se transformado numa pepita de ouro.  Nesse momento, o mendigo olhou para o prato de arroz e saiu  a correr atrás do rei, dizendo:

– Por favor, majestade, pare! Mudei de ideias, tome mais do meu arroz!!! 

 Então, o rei disse: – Não! Você já recebeu tudo aquilo que investiu na vida, de bom grado e de bom coração. O que se recebe da vida  é aquilo que nela se investe primeiro, nem mais, nem menos. É a lei.

“O Homem só pode receber aquilo que ele próprio dá.”

Natureza Gentil

 

Em certa cidade  um homem era conhecido por não se irritar e não discutir com ninguém. Sempre encontrava saída cordial, para as situações mais dificieis.
Para testa-lo, um dia seus amigos combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa  noite em que sairiam para  jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa. Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação. Educadamente ele chamou a garçonete
Que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: ▬ O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: ▬ A senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: ▬ Servi, sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos. Todos pensaram que ele iria brigar… Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente: ▬ A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos que era a natureza de seu amigo agir com gentileza e nunca mais o testeram.

Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente. Ao protagonista da nossa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar problemas de saúde ou acabar em desgraça.
Quando alguém quiser lhe irritar não entre em seu jogo, encontre uma saída diferente, façamos como o homem no restaurante, tenhamos serenidade e sabedoria diante das situações. 
    

Controle seu tempo

 

É verdade que quem persegue dois coelhos perde os dois.Por isso é importante defenir suas prioridades.

Uma orientação para equipe é gerenciar  suas prioridades do seguinte modo:

• 80% do seu tempo, dedique às suas responsabilidades, ao que sabe fazer bem;

• 15% do seu tempo dedique a aprender algo novo ou a aprimorar algo que faz – regresse à escola ou tire um curso profissional, etc.

 • 5% do tempo dedique a ajudar alguém, faça algo fora da rotina.

O segredo está em disciplinar o seu tempo.

 Sugestão: Pegue numa folha branca e faça uma linha vertical, de cima para baixo.

Do lado esquerdo escreva: Coisas que devo fazer,

Do lado direito escreva: Coisas que não são prioridade.

Seja implacável na sua escolha! Não se engane pois gostar de fazer uma coisa não a torna uma prioridade.

Se for bom  fazê-la, faça. Se o ajudar a subir, faça. Se a sua convicção, a sua fé o indica, faça.

Caso contrário, pondere se não pertence à lista de “Coisas que não precisam de ser feitas”. Controle as suas prioridades e assim controlará melhor a sua vida.

Acredite em você.

Um mendigo sentava-se na calçada, sempre num lugar onde passavam muitas pessoas e,
ao lado, colocava uma placa com os dizeres:
“Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito,
sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado”
Alguns transeuntes olhavam intrigados, outros achavam-no doido e outros até davam-lhe dinheiro.
Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que, a cada dia, a quantia era maior.
Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e disse-lhe:
Você é muito criativo! Não gostaria de colaborar numa campanha da minha empresa?
“- Vamos lá. Só tenho a ganhar!” – respondeu o mendigo.
Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa. Daí para a frente,
a sua vida foi uma sequência de sucessos e,
a certo altura ele tornou-se um dos sócios majoritários. Numa entrevista coletiva à imprensa,
ele esclareceu como conseguira sair da mendicância para tão alta posição. Contou ele:
“- Bem, houve uma época em que costumava sentar-me nas calçadas
como uma placa, que dizia: ‘Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado
e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados! Mal consigo sobreviver!’.
As coisas iam de mal a pior, quando, numa certa noite, encontrei um livro e nele atentei para um trecho que dizia:
“Forjai espadas das vossas enxadas, e lanças das vossas foices; diga o fraco: Eu sou forte” (Joel 3.10).
Na linguagem actual é:
“Tudo o que você diz a seu próprio respeito vai-se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem
Por mais que você não goste da sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja, diga a si mesmo e aos outros que você é próspero.
” Aquilo tocou-me profundamente e, como nada tinha a perder decidi trocar os dizeres da placa para:
“Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero,
sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente,
sou um sucesso, sou agradável e bem-humorado.”
A partir desse dia tudo começou a mudar, a vida trouxe-me a pessoa certa para tudo o que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje.
Tive apenas que entender o poder das palavras. O universo apoiará sempre tudo o que dissermos,
escrevermos ou pensarmos ao nosso respeito
e isso acabará por se manifestar na nossa vida como realidade.
Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que a nossa aparência é horrível, que os nossos bens materiais são limitados,
a tendência é para que as coisas fiquem ainda piores, pois o universo reforçá-las-á.”
Um repórter ironicamente, questionou:
“- O senhor está dizendo que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?”
“- Claro que não. Primeiro tive que acreditar nelas!”
MORAL DA HISTÓRIA:

“Cuide bem do seu espírito,acredite em você confesse coisas boas e tenha fé em Deus disto depende seu sucesso”

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