Sabedoria de Deus na hora certa!

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Em tempos antigos um homem de Deus foi acusado de um crime que não cometeu.
Ele sabia que tudo seria feito para condena-lo.
O juiz simulou um julgamento justo,fazendo ao final
uma proposta ao acusado:
Vou escrever em um pedaço de papel a palavra
“inocente” e em outro ” culpado” Você sorteia um dos
papéis e aquele que pegar será seu  veredicto.
o papel que tirares será a decisão do julgamento, se tirares inocente imediatamente
será libertado, mas se tirares culpado será coduzido a forca.
E o homem respondeu: Deus dará minha sentença.
Sem que ninguém percebesse o juíz escreveu em ambos papéis “culpado”
de modo que o acusado não tivesse escapatória.
O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a armadilha,
pegou um dos papéis e rapidamente o colocou na boca e engoliu.
O Juíz indignado com o ato replicou, porque engoliste o papel
como saberemos sua sentença?
E o homem calmamente respondeu:
É fácil abra o papel que sobrou o contrário que nele estiver escrito será a decisão de Deus.
O juíz sabendo qual seria a resposta ficou admirado perante
tanta sabedoria e libertou o inocente homem.
Moral da história:
Quando acreditamos que Deus é a solução para todos os nossos problemas e
acreditamos em sua justiça e fazemos dela a arma mais poderosa contra os nossos inimigos.

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Esposas costurando calças


Duas esposas de pastor estavam sentadas uma ao lado da outra, costurando as calças de seus maridos.
Uma delas falou à amiga: Ore pelo  João, ele está muito desencorajado no trabalho da igreja. Há alguns dias ele pensou até em renunciar e entregar seu cargo. Parece que nada vai bem e tudo dá errado para ele.
A outra respondeu: – Orarei por vocês. O meu marido tem dito exatamente o contrário. Tem sentido cada vez mais intimidade com Deus, como nunca havia experimentado antes.
Um pesado silêncio atingiu aquelas duas mulheres, que continuaram com suas costuras, sem trocar mais nenhuma palavra.
Uma delas estava costurando os joelhos da calça do seu marido e a outra, a parte traseira.

Resumindo:

A primeira esposa lamentava as queixas do João, enquanto remendava os rasgos feitos de tanto ele ficar sentado.
Já a outra esposa, consertava os furos dos joelhos da calça, devido a tantas horas em oração do seu marido.

Falar é fácil… fazer é que são elas!

Um gato de nome Faro-Fino deu de fazer tal destroço na
rataria duma casa velha que os sobreviventes, sem ânimo
de sair das tocas, estavam a ponto de morrer de fome.
Tornando-se muito sério o caso, resolveram reunir-se em
assembléia para o estudo da questão. Aguardaram para isso
certa noite em que Faro-Fino andava aos miados pelo telhado,
fazendo sonetos à lua.
-Acho – disse um deles – que o meio de nos defendermos de
Faro-Fino é lhe atarmos um guizo ao pescoço. Assim  quando ele se aproximar,
o guizo o denuncia e pomo-nos em segurança a tempo.
Palmas e bravos saudaram a luminosa idéia. O projeto foi aprovado
com delírio. Só votou contra um rato casmurro, que pediu a palavra e disse:
-Está tudo muito direito.
Mas quem vai amarrar o guizo no pescoço de Faro-Fino?
Silêncio geral.
Um desculpou-se por não saber dar nó.
Outro, porque não era tolo. Todos, porque não tinham coragem.
E a assembléia dissolveu-se no meio de geral consternação.

“Falar é fácil: fazer é que são elas!”
(Monteiro Lobato)

Verdade nua

Um dia, a Verdade andava visitando os homens sem roupas e sem adornos,
tão nua como o seu nome.
E todos que a viam viravam-lhe as costas de vergonha
ou de medo e ninguém lhe dava as boas vindas.
Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, rejeitada e desprezada.
Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente,
num traje belo e muito colorido.
– Verdade, por que estás tão abatida? – perguntou a Parábola.
– Porque devo ser muito feia já que os homens me evitam tanto!
– Que disparate! – riu a Parábola – não é por isso que os homens te evitam.
Toma, veste algumas das minhas roupas e vê o que acontece.
Então a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola e, de repente,
por toda à parte onde passa era bem-vinda e aceita por todos.
“Pois os homens não gostam de encarar a Verdade nua; eles a preferem disfarçada.”

O que me pertençe eternamente

 

Um homem morreu de repente.
Ao dar-se conta viu que se aproximava um ser muito especial que não se parecia com nenhum ser humano. Levava uma maleta consigo e lhe disse: “Bem amigo, é hora de irmos. Sou a morte”.
O homem, assombrado, perguntou à morte: “Já? Tinha muitos planos para breve”. “Sinto muito, amigo. Mas é o momento da tua partida”.
“Que trazes nessa maleta”? E a morte lhe respondeu: “Os teus pertences”. “Os meus pertences? São as minhas coisas, as minhas roupas, o meu dinheiro”? “Não, amigo, as coisas materiais que tinhas, nunca te pertenceram. Eram da terra”.
“Trazes as minhas recordações”? “Não amigo, essas já não vêm contigo. Nunca te pertenceram. Eram do tempo”.
“Trazes os meus talentos”? “Não amigo, esses nunca te pertenceram. Eram das circunstâncias”.
“Trazes os meus amigos, os meus familiares”? “Não amigo, eles nunca te pertenceram. Eram do caminho”.
“Trazes a minha mulher e os meus filhos”? “Não amigo, eles nunca te pertenceram. Eram do coração”.
“Trazes o meu corpo”? “Não amigo, esse nunca te pertenceu. É propriedade da terra”.
Então o homem, cheio de medo, falou para morte: “Morte, por favor, deixa ver o que tem na maleta”? “Sim. pode abrir e veja o que nós estamos levando”.
E o homem tremendo abriu a mala e viu um coração e a cruz do Senhor Jesus.
Assim ele compreendeu que na vida, nós devemos estar sempre de coração aberto para Deus e a unica coisa que nós levamos sempre e garante a vitória é a nossa fé em Jesus
– desconheço o autor –

Morada Celestial

Certo cristão muito rico morreu e foi recebido no céu.
Um dos anjos o levou por várias ruas celestiais e foi
lhe mostrando as casas e moradias. Passaram por uma
linda casa com belos jardins. O homem perguntou:
“Quem mora aí?” O anjo respondeu: “É o João,
seu motorista que morreu no ano passado firme na fé”.
O homem ficou pensando:

“Puxa! A morada celestial
do João é linda”
Logo a seguir surgiu outra casa ainda mais bonita.
“E aqui, quem mora”? – perguntou o homem.
O anjo respondeu: “Aqui é a casa da Ana,
aquela que foi sua cozinheira,mulher de oração”.

O homem ficou
imaginando que, tendo seus empregados magníficas
residências, sua morada deveria ser no mínimo um
palácio. Estava ansioso por vê-la.
Nisso o anjo parou diante de um humilde barraco construído
com tábuas e disse: “Esta é a sua casa”! O homem ficou
indignado: “Como é possível! Vocês sabem construir
coisa muito melhor”. “Sabemos” – responde o anjo,
“mas nós construímos apenas a casa. O material é
você mesmo que seleciona e nos envia lá de baixo.
E Você…só enviou isso”!
Moral da história:
Cada atitude de amor e fé é um tijolo
com o qual construímos a eternidade.
Tudo se decide por aqui mesmo,
nas escolhas e atitudes de cada dia.
– desconheço o autor –

A pedra


O distraído nela tropeçou…
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da jornada,dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
 Com uma David matou Golias.
Michelangelo extraiu-lhes a mais bela escultura…
Em todos esses casos,
a diferença não esteve na pedra, mas no homem e em como resolveu usa-la !

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